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quinta-feira, 12 de abril de 2012

VOCÊ É OBCECADO PELAS CALORIAS?


Os pessoas estão tendo um “affair” com algo que não se pode ver, ouvir, sentir, tocar ou sentir o gosto. Esse algo são as calorias. Bilhões e bilhões que são consumidas todos os dias, muitas vezes inconscientemente, durante e entre as refeições.
 Fala-se constantemente em calorias, e as informações sobre elas tem aparecido com crescente freqüência nos rótulos dos alimentos, cardápios, receitas e sites. Mas poucas pessoas entendem o que são e como funcionam - especialmente como elas têm trabalhado para criar uma população em que 64 por cento dos adultos e um terço das crianças estão com sobrepeso ou obesos, ou como elas frustram os esforços de tantas pessoas que querem eliminar os indesejáveis
​​quilos e mantê-los longe de uma vez por todas.
 Uma especialista em nutrição escreveu:
"O corpo humano faz um excelente trabalho em certificar-se que ele recebe calorias suficientes para atender às suas necessidades biológicas, mas é muito menos eficaz em perceber quando as calorias estão em excesso.  O resultado é que é muito mais fácil comer demais do que parar de comer quando você não está mais com fome."
As pessoas que vivem em sociedades ricas, hoje nadam em um mar de calorias. A comida está em toda parte, e é relativamente barata...
Quando é que se tornou normal comer em livrarias? Ou em farmácias?
 O tamanho das porções, especialmente as porções nos restaurante cresceram rapidamente e fora de controle.
 As pessoas que prestam atenção aos rótulos de calorias nos menus estão chocados, por exemplo, ao descobrir que um único cookie pode conter 700 calorias. Ok, vocêê pode quer o cookie, mas então você não pode comer mais nada...Os cookies não costumavam ser tão grandes ou tão calóricos.
As pessoas que olham as informações de calorias nos rótulos nutricionais, muitas vezes deixam de notar o tamanho da porção que se aplica. Uma porção de sorvete é apenas meia xícara, um hambúrguer é de 300 gramas. Um quilo de macarrão, portanto, deve alimentar oito pessoas, e não duas ou quatro.

Uma refeição num restaurante típico americano é mais parecido com um jantar para dois. Um restaurante em Nova York vende uma pizza individual que contém  (pasmem) 2.100 calorias, a quantidade média que uma mulher precisa em um dia.
E isso não inclui o refrigerante e sobremesa. 
A menos que você esteja na cozinha, observando o que o chef está fazendo, você não tem idéia de quantas calorias estão sendo embaladas em um determinado prato.

E já que a maioria das pessoas não consegue estimar quantas calorias consomem ou gastam em um dia, a melhor maneira de monitorar a entrada e saída é verificar regularmente os buracos do cinto ou de números na balança.

Claro que, a quantidade de calorias consumidas não é o único fator que influencia o peso. Há muito mais por trás delas. A qualidade do que se come é fator fundamental nas suas escolhas!
É a velha comparação do copo de refrigerante e do copo de suco de laranja.
“Ué, mas os dois têm a mesma quantidade de caloria...”
Mas qual é mais nutritivo? Qual oferece melhores nutrientes e mais benefícios à sua saúde?
Então, não coloque as calorias como centro de todas atenções, elas são somente parte do problema.


Fonte: The New York Times

domingo, 1 de abril de 2012

MEMÓRIA METABÓLICA - QUAL O SEU TIPO?



Acredito que todos vocês já encontraram o famoso “magro de ruim”. E possivelmente também já conheceram alguém que vive no “efeito sanfona”, ou seja, consegue emagrecer, mas recupera o peso perdido mais rápido do que foi a perda. Ou ainda, talvez vocês conheçam alguém com um ótimo físico, mas que não mantenha uma dieta e uma rotina de exercícios tão restrita.

As três situações são facilmente explicadas por um termo que podemos chamar de “memória metabólica”. Primeiro, devemos organizar nossa ideia temporal. Isso parece óbvio, mas demora para muitas pessoas entenderem e até mesmo, aceitarem.

Seu corpo está acostumado com a forma física em que ele passou a maior parte da vida. Se você foi obeso por 30 anos e adquiriu um físico atlético em 1 ano, você ainda terá um metabolismo de obeso por um bom tempo, mesmo tendo a aparência de um atleta. Ou seja, qualquer descuido nesse período de manutenção, acarretará em um rápido acúmulo de gordura corporal. O resultado deve ser consolidado! Nessa situação, o organismo reduz sua taxa de metabolismo basal, diminuindo o gasto energético, pois ele entende como uma agressão essa redução na taxa de gordura corporal, que ele estava acostumado a manter.

Nunca podemos esquecer que nosso organismo prefere “acumular” gordura e “perder” músculos. Afinal, enquanto a gordura é uma reserva energética, os músculos representam um ônus energético! Isso é explicado pelo nosso processo evolutivo de milhões de anos vivendo em condições naturais, nas quais nossos antepassados passavam longos períodos sem se alimentar. Os que sobreviveram (nossos ancestrais), foram aqueles que possuíam maior capacidade de reservar energia (na forma de gordura).

Caso oposto é o indivíduo magro, que se dedica ao extremo para ganhar massa muscular. Qualquer “deslize” na alimentação ou nos treinos, promoverá perda do peso tão dificilmente conquistado. Nessa situação, o organismo faz o contrário: aumenta o gasto energético basal, visando evitar o ganho de peso, tornando tão difícil o sucesso nessa situação, quanto na reversão de um quadro de obesidade.

A verdade é uma só: se você passou 95% da sua vida se alimentando mal e sem atividade física, você terá de reverter esse processo com muita paciência. Seis meses com um estilo de vida saudável não serão suficientes para modificar seu metabolismo se você tiver se alimentado mal por 20, 30 ou 40 anos da sua vida. Tenha calma! Tudo funciona por processo, não por mágica!

Já uma pessoa que apresentou uma quantidade de gordura corporal controlada ao longo da vida, por meio de um bom controle alimentar e de exercícios, terá maior facilidade tanto na obtenção, quanto na manutenção dos resultados obtidos.

Portanto, com mais essa discussão, podemos por para dormir no sono eterno essa ideia de que duas pessoas com mesma idade, mesmo peso, mesma atividade física, apresentarão o mesmo gasto energético diário. Se ainda duvida, acompanhe simultaneamente uma pessoa que foi obesa a maior parte da vida e outra que sempre foi magra. Mesmo com a mesma idade, atividades físicas diárias e peso corporal, os trabalhos deverão ser totalmente diferentes, mesmo que o objetivo final seja o mesmo = adquirir um físico com pouca gordura corporal e um bom desenvolvimento muscular.

A boa notícia é que a memória metabólica é totalmente mutável. Após alguns anos de controle alimentar e de exercícios, a tendência é o trabalho ficar cada vez mais fácil e os resultados obtidos, mais consistentes e difíceis de serem perdidos. Portanto, use a memória metabólica a seu favor!

O caminho nós damos, basta vocês seguirem... foco e determinação!!!!

Fonte: www.rodolfoperes.com.br

quinta-feira, 29 de março de 2012

FIM DE SEMANA TAMBÉM TEM QUE SE CUIDAR...



Final de semana começa e com ele a orgia, alimentar minha gente, alimentar…

Sábado tem feijoada no almoço, risoto no jantar, domingo tem churrasco no almoço e pizza no jantar… Não vamos contabilizar os “bons drink” nem as sobremesas… OU seja, toda a sua disciplina alimentar durante a semana (?) foi por água abaixo… Triste né? Mas e aí como faz para tentar amenizar os estragos?

Não somos muito a favor da famosa lei da compensação, acredito que o que vale é a atitude, o estilo de vida. ATITUDE SAUDÁVEL É O SEGREDO!

Não que nós esperamos que você vá abrir mão da feijoada, do churrasco ou da pizza e principalmente do momento feliz com as pessoas queridas que normalmente incluem essas bombas, ops, preparações. Longe de nós te aconselhar a ficar em casa comendo salada (até porque pode-se comer salada em qualquer lugar).


A favor de sua vida social pensei em 7 dicas para te ajudar a pensar mais saudável no fim de semana:

1-) Faça algum tipo de ATIVIDADE FÍSICA. Vale caminhar, correr, andar de bicicleta, enfim, o que não vale é dar descanso para o corpo quando você mais se alimenta e tem energia de sobra para ir pra guerra ou construir uma casa. Exagero??? Um pouco... mas deu para entender o raciocínio, né? Isso que importa...

2-) Já que você vai comer feijoada, churrasco ou pizza, isso não significa que você deve "chamar a jaca de pantufa" e "comer para morrer". Coma, saboreie, desfrute, participe e interaja, mas vá devagar, mastigue e fique atento a PORÇÃO... Um pouquinho de cada coisa é sempre melhor...

3-) Tente não abusar em todas as refeições. Se parar pra pensar, temos pelo menos 6 chances, contando sábado e domingo para comer além da conta... ESCOLHA UMA REFEIÇÃO e segure nas outras...

4-) Cuidado com as BEBIDAS ALCOÓLICAS, tente não beber em todas as refeições, dê um tempinho pro seu corpo ir metabolizando e não sobrecarregue o seu tão querido fígado.

5-) ÁGUA!!! ÁGUA!!! Capriche na água, fim de semana o corpo continua precisando de água para funcionar sabia??? Pois é...

6-) Aproveite e, principalmente, não sinta culpa. Culpa também engorda...

7-) Utilize o café da manhã para agregar nutrientes que irão auxiliar seu corpo a eliminar as toxinas. Faça um "SUCO COM TUDO DENTRO". É uma opção SAUDÁVEL e PRÁTICA.

Vôcê pode misturar o que tiver em casa, agregando além de FRUTAS (de preferência frescas), VEGETAIS (cenoura, beterraba...), folhas VERDES, ervas e brotos (couve, rúcula, salsa, hortelã, broto de alfafa) e alguma SEMENTE ou castanha (linhaça, gergelim, semente de melão...). Coloque tudo no liquidificador e deixa ele trabalhar. NÃO COE, coar retira as fibras e todos os componentes reguladores que ficam ali grudadinhos nelas. Outra boa dica é colocar um pedacinho de GENGIBRE, o gengibre nos sucos adoça e refresca. Você também pode utilizar ÁGUA DE COCO no lugar da água ou SUCO DE UVA INTEGRAL ORGÂNICO.

BOM FIM DE SEMANA!!!

Fonte: www.falecomanutricionista.com.br

quarta-feira, 28 de março de 2012

COMIDA PROCESSADA: ELA FAZ MAL À SAÚDE?


Você sabe o que é a comida processada? Ela faz bem ou mal à sua saúde?
Já ouvimos muito pacientes dizendo que  comida processada faz mal à saúde.
Mas você sabe exatamente o que é comida processada? E você sabia que nem todos os alimentos processados fazem mal para você?
Os alimentos processados foram alterados de seu estado natural, ou por razões de segurança ou por conveniência. Os métodos utilizados para processar alimentos incluem enlatar, congelar, refrigerar, desidratar e até higienizar.
Todos julgamos os alimentos processados como vilões, como lanches gordurosos e calóricos, mas alguns alimentos processados não fazem mal nenhum.
É o caso do leite, que é pasteurizado para matar bactérias ou os vegetais congelados, preservando vitaminas e minerais.
Alguns sucos de fruta também, pois não contém açúcar ou conservantes e aumentam a praticidade no seu dia a dia.
Frutas vermelhas congeladas e pão integral 100% integral também são exemplos de alimentos processados que não fazem mal à saúde.
Lógico que existem muitos alimentos processados no mercado que não são bons pra você, por isso fique alerta sobre quem são eles: os feitos com gordura trans (como sorvetes de massa ou biscoitos recheados) , os produzidos com gordura saturada (salsicha, hambúrguer congelado de caixinha) e os cheios de sódio (enlatados, frios, salgadinhos) e açúcar refinado (bolos prontos, sorvetes, geléias). Esses sim devem ser evitados ou consumidos muito esparsamente...

Uma dica: Leia o rótulo. Se você não conseguir pronunciar a maioria dos ingredientes... EVITE o produto!

segunda-feira, 19 de março de 2012

FOOD REHAB - PENSE MAGRO!


                                                   
Você pensou uma, duas, 3 vezes, mas não resistiu: usou a tal substância. Ela logo desencadeou em sua cabeça um processo viciante: ao tocar sua língua, fez liberar em seu cérebro opióides — químicos responsáveis por uma sensação de recompensa e prazer, também acionados por drogas como heroína e morfina. Inconscientemente, você move sua língua e mandíbula. Se fosse uma criança, abriria um sorriso. A resposta imediata do seu corpo: quero mais!

Esse barato não foi provocado por uma nova droga da moda. É uma velha conhecida que, consumida com moderação, é essencial à nossa sobrevivência: comida. Mais especificamente aquela com grandes quantidades de gordura, sal e açúcar, ingredientes que, a ciência revela, nos fazem pedir cada vez mais, mais e mais. “São as chamadas comidas palatáveis, não só porque são saborosas e dão prazer, mas porque estimulam nosso apetite e nos fazem comer sem parar”, diz o autor do livro The End of Overeating (O Fim da Comilança, sem edição no Brasil) David Kessler. Esses ingredientes mexem em mecanismos cerebrais que costumam ser atingidos também por drogas pesadas, como a heroína e, a mais recente descoberta, maconha. Basta sentirmos um cheirinho de batata frita ou dar a primeira mordida em um bolo de chocolate para disparar o ciclo vicioso. “Comer alimentos ricos em açúcar, gordura e sal só nos faz comer mais alimentos ricos em açúcar, gordura e sal”, diz e repete Kessler. Para entender esse desejo sem fim, a ciência da gordura — que já analisou nosso metabolismo e reações fisiológicas — agora muda de foco. “As pesquisas sempre buscaram o que acontece em nosso corpo enquanto comemos. Mas a verdadeira pergunta é: o que acontece em nosso cérebro?”, diz Kessler. Entender isso é essencial para que possamos reprogramar nossa mente. E dar início a uma reabilitação alimentar — a única saída para se pensar como um magro.




GORDURA DÁ LARICA...

Os alimentos gordurosos liberam no intestino endocanabinoides. Esses químicos são parecidos com químicos encontrados em um cigarro feito com a Cannabis Sativa, aka maconha, e que costuma causar um apetite voraz. “Provavelmente, os endocanabinoides reduzem a mensagem de saciedade que se origina no intestino e é enviada ao cérebro”, afirma Nicholas DiPatrizio, professor de Farmacologia da Universidade da Califórnia. “A combinação de gordura e açúcar é muito mais potente do que os dois ingredientes separados” diz Keller. Isso explica por que preferimos um brownie suculento a uma colher cheia de açúcar cristal. A somatória de sensações torna o prazer mais potente e a vontade de comer foge do controle. Imagine que você coma um quitute que misture diversas sensações como doce, crocante, macio, quente e frio — como um sorvete com calda de chocolate fumegante em uma casquinha de biscoito salpicado por balas coloridas. Diversos neurônios vão acender ao mesmo tempo e fazer uma verdadeira rave em sua cabeça. A sensação é praticamente irresistível, mas cada vez que você cede a ela, só fortalece o vício.

VÍCIO EM COMIDA...

O deleite com os alimentos funciona em duas fases. Primeiro vêm as preliminares: sentir um cheiro gostoso, passar na porta do restaurante onde se experimentou um jantar dos deuses ou assistir a uma propaganda de biscoitos recheados na TV. “É daí que vem o verdadeiro poder da comida: da antecipação do prazer”, afirma Kessler. Esses estímulos já são suficientes para fazer nosso cérebro liberar dopamina. A substância — também responsável pelos impulsos de fuga — cria o desejo e nos faz correr atrás do que for necessário para comer aquele prato tentador. Quando você, de fato, abocanha a gostosura, mais dopamina é liberada. E também opioides. Essas substâncias farão não apenas com que você sinta prazer, mas aumentarão seu desejo e irão motivá-lo a buscar mais comida. Para evitar que esse ciclo tenha início, é necessário parar no comecinho. O prazer proporcionado apenas pela ideia de que você está prestes a se esbaldar com uma delícia dessas já pode fazer você perder o controle.

PONTO G DO CÉREBRO...
Toda essa comilança chega ao chamado hedonic hot-spot (ponto quente do prazer), uma espécie de ponto G do cérebro que, diferente do ponto G feminino, pode ser encontrado em regiões diversas. “Do tamanho de uma cabeça de alfinete, esses pontos levam a um pico de prazer quando são estimulados por opioides ou endocanabinoides”, afirma o professor de biopsicologia e neurociência da Universidade de Michigan, Kent Berridge. “

A evolução que nos levou a fazer de tudo para comer alimentos calóricos, há milhares de anos, não previu que hoje haveria lojas de conveniência e lanchonetes a cada esquina. “O sistema que era útil à sobrevivência humana tornou-se muito perigoso, porque o excesso de consumo leva à obesidade, diabete e alguns tipos de câncer”, afirma o biopsicólogo Gary Beauchamp. Nossos antepassados pré-históricos precisavam armazenar todas as calorias disponíveis. Hoje, a maior parte do tempo estamos expostos a anúncios apelativos de comidas superdoces e gordurosas. Nunca foi tão fácil e barato conseguir salgadinhos e refrigerantes. E a indústria vem tomando proveito das descobertas sobre nosso vício em comida. “Os alimentos vêm sendo alterados com o objetivo de ficarem muito mais estimulantes. Nossa cabeça simplesmente não sabe como reagir a eles e acabamos comendo demais”, afirma Gearhardt.

"O vício socialmente mais aceito hoje em dia certamente é o da comida”, diz Kessler. Afinal, vivemos em busca do prazer — cientificamente falando. Para se livrar de tal vício, que, em diferentes graus, atinge 85% da população mundial, só passando por um programa que o pesquisador chama de reabilitação alimentar.

FOOD REHAB...

Nem pense na dieta da sopa, da Lua, dos carboidratos. Dieta não funciona.  “Pode até fazer você perder alguns quilos, mas, se depois você retornar ao seu antigo ambiente, seu cérebro volta a disparar o ciclo vicioso e você irá engordar de novo”. Não adianta contar o número de calorias de um prato. Ingredientes mais calóricos podem, no fim das contas, fazer você emagrecer.  A saída para isso é uma só: reprogramar a mente e os hábitos.
Não é fácil ir contra nossa tendência natural a ter cabeça de gordo. De vez em quando você terá recaídas. Mas, aos poucos, pode conseguir reprogramar sua mente. E verá que nada garante tantos quilos a menos como ter uma cabeça de magro.




Vilões da Reabilitação...

  • BEBIDAS ADOÇADAS: Nosso corpo não interpreta as calorias dos líquidos como faz com os alimentos sólidos. Sucos, refrescos e refrigerantes saciam pouco e nos fazem comer mais. Quando há adição de açúcar, costuma ser em exagero.
  • GRÃOS REFINADOS: Pão e arroz branco logo viram glicose na digestão. Assim, há pouca diferença entre eles e uma tigela de açúcar puro.
  • BATATAS: São as piores. Rapidamente digeridas, viram glicose. As fritas são ainda mais viciantes, por causa da gordura e pela textura crocante por fora e macia por dentro, que ativam os circuitos de prazer.
  • CARNES: Evite até o fim as processadas (como hambúrgueres e salsichas). Além da adição de gordura e açúcar, é como se a indústria já fizesse metade da digestão por nós. Macias e desmanchando na boca, só estimulam a comilança.
  • DOCES: Supercalórico, o açúcar é processado pelo corpo em tempo recorde e não deixa você satisfeito. É um dos ingredientes que dispara nosso sistema de vício no cérebro. Misturado à gordura (como em sorvetes) esse efeito é agravado.

Transição da reabilitação...
  • MANTEIGA E QUEIJOS: Não se esforce para consumir apenas as versões light. Elas não fazem você ser mais magro do que alguém que se esbalda com as versões integrais.
  • VEGETAIS, FRUTAS E LEGUMES: Não estão relacionados somente com perda ou ganho de peso. Mas podem ser uma boa se ocuparem o lugar daqueles alimentos supercalóricos.

Amigos da Reabilitação...
  • CASTANHAS: Apesar de calóricas e gordurosas, podem levar à perda de peso. Além de gerar saciedade mais rapidamente, pouco se sabe sobre o fenômeno. Mas cientistas afirmam que esta é a prova de que o teor de gordura não é o único que se deve considerar na escolha de um alimento.
  • PÃES E CEREAIS INTEGRAIS: Entram na categoria dos alimentos minimamente processados que deixam o trabalho completo da digestão para o seu corpo. Como o serviço leva tempo, garante uma trégua para sua cabeça não pensar em comida
  • IOGURTES: Esse é o herói do emagrecimento — sim, mais do que vegetais e grãos integrais —, pois ajuda a povoar nosso organismo com bactérias benignas. Cientistas acreditam que quando se tem poucas bactérias benignas no corpo, se engorda (não por acaso, bovinos são tratados com antibióticos pra ganhar peso).

Fonte: Revista Galileu


quarta-feira, 7 de março de 2012

ESTRESSE ENGORDA?


                               Alguns pacientes nos fazem essa pergunta com frequência...

Sempre nos questionamos sobre a questão de emagrecimento na vigência de situações estressantes. Via de regra, fisiologicamente falando perda de peso por estresse não ocorre (exceto quando o paciente ao viver situação estressante, diminui a ingesta calórica). É só pintar uma tensão forte, provocada por acúmulo de trabalho, trânsito caótico, discussão em casa e pronto: você aumenta a ingestão alimentar, muitas vezes sem se dar conta de que está passando dos limites. Para saber até que ponto o estresse é o culpado pelos seus quilinhos a mais, é preciso entender como esse mecanismo funciona.

A chave é um hormônio produzido pela nossa glândula supra-renal: o cortisol!O cortisol tem múltiplas funções, dentre elas auxilia na manutenção dos níveis glicêmicos e controle da pressão arterial.

Quando em excesso pode favorecer o ganho de peso. Mas afinal, que situações podem desencadear maior liberação do cortisol ?


O que ativa esta liberação são estressores como poluentes, alimentação rica em gordura saturada ou trans, excesso de sódio, adoçantes, o jejum prolongado (ficar horas sem comer alguma coisa), a ansiedade, a apreensão, o nervosismo, medicamentos (corticóides) , alcoolismo, privação do sono dentre outros.

A boa notícia é que mantendo uma dieta equilibrada e evitando os alimentos conhecidos como “estimulantes” podemos diminuir (e muito!) as causas do estresse – melhorando a qualidade de vida e evitando o ganho de peso.

Veja abaixo os alimentos que devem ser evitados:


O álcool estimula a liberação de adrenalina, aumentando a tensão nervosa, a irritabilidade e a insônia.Quando ingerido em excesso, estimula o acúmulo de gordura no coração e reduz a função imunológica. Além disso, reduz a capacidade do fígado de lidar com as toxinas, fazendo com que elas permaneçam no corpo. Toda essa ação exige uma resposta do organismo, causando ainda mais estresse.


Aumentam a liberação de adrenalina e esgotam as glândulas adrenais responsáveis por lidar com o estresse. Assim, altera o metabolismo causando o aumento de peso, especialmente quando combinada a uma dieta ruim


Aumentam o colesterol e limitam a assimilação de gorduras boas para o funcionamento cerebral.


Aumenta a pressão arterial e esvazia a glândula que nos ajuda a lidar com estresse. Tenha em mente que não estamos falando apenas do sal de cozinha, mas também de produtos industrializados ricos em sódio como temperos prontos, sopas desidratadas, caldos e extratos concentrados, amaciantes de carne, catchup, mostarda, maionese, molho de soja, molho inglês, extrato de tomate, salgadinhos industrializados: chips, amendoim, coxinha, pastel, etc.


Aumenta a energia a curto prazo levando à exaustão da glândula defensora do estresse. É uma fonte vazia de nutrientes que aumenta a irritabilidade e a depressão, enquanto diminui a concentração.


Aumenta a produção de adrenalina e noradrenalina, responsáveis por aumentar a tensão nervosa, ansiedade e estresse.

O segredo não é parar de comer tudo de uma vez, mas sim fazer um rodízio desses alimentos e nunca exagerar no consumo, ok? Semana que vem voltamos para falar sobre os alimentos que ajudam a modular o estresse e o cortisol.

Fonte: Liga da Saúde e Patricia Davidson






segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

CARNAVAL = RESSACA? DEPENDE...






VAMOS FALAR DE COISA BOA... VAMOS FALAR DA IOGURTEIRA TOP THERM!!!
Brincadeirinha... VAMOS FALAR DE CARNAVAL!!!
NA TELA DA TV NO MEIO DESSE POVO, A GENTE VAI SE VER NA GLOBO...
Pois é, os dias de folia estão chegando e maioria de vocês não vê a hora de curtir, né?
Mas, para não ter que ficar assistindo o carnaval pela globo, acho bom vocês aproveitarem essas dicas para não deixar a linda da RESSACA chegar até vocês, ok? 

Então vamos ao que interessa...

O que é RESSACA? É aquele conjunto de sintomas bem incômodos e por vezes incapacitantes que aparece já na manhã seguinte ao abuso de bebidas alcoólicas e pode durar horas ou mesmo dias (para quem eventualmente não sabia o que era...)

O que causa a RESSACA? BEM resumidamente:

- Baixa ingestão de líquidos
- Alimentação inadequada
- Intoxicação pelo álcool ingerido
- Sintomas de abstinência do álcool

 Isto porque, aproximadamente:

- 50% da ressaca é: desidratação que o álcool causa + pouca reposição de líquidos junto à ingestão das bebidas alcoólicas;
- 25% da ressaca é pela relativa desnutrição/hipoglicemia que o abuso alcoólico causa + pouca (e ruim) alimentação junto e após a ingestão do álcool;
- 25% é fruto da intoxicação do organismo, sobretudo fígado e cérebro (mas também, de maneira importante, aparelho gastrointestinal, músculos e pulmões) combinada à falta que o cérebro sente do efeito estimulante inicial do álcool

Como evitar a RESSACA:

- Não ingerir bebidas alcoólicas (óbvio)
- Se for beber mesmo, não cometer excesso e observar as demais regras da seção "como atenuar" abaixo
- Não beba, mesmo a mínima quantidade, se não estiver se sentindo bem por qualquer motivo (físico, mental, etc)

Como atenuar a RESSACA:

- Não beber em excesso;
- Alternar o máximo possível de água entre os drinks alcoólicos;
- NUNCA beber de "estômago vazio" - alimentos ricos em proteínas e boas gorduras são "ótima pedidas";
- Alimentar-se regularmente durante a "bebedeira";
- Preferir sempre bebidas de qualidade;
- Respeitar a hora de parar: lembre-se sempre que quando você começa a sentir efeitos desagradáveis ainda há quantidade de álcool já ingerida nos seus intestinos, sendo absorvida;
- Se fumar, o mínimo possível (evite sobrecarga de ainda mais toxinas);
- Beber pelo menos um copo cheio de suco natural logo antes de dormir (ou alimentação leve +  boa quantidade de água);

No dia seguinte:

- Alimentos leves, regularmente;
- Muita água, regularmente;
- Exercício físico bem leve (uma caminhada, por exemplo) ajuda na desintoxicação;
- Respeite seus limites - seu organismo pode pedir só repouso mesmo;
- EVITE consumir mais bebida alcoólica (errar uma vez é humano, mas repetir  não é muito "inteligente")
- Cuidado com overdose de medicamentos ou mesmo chás - lembre-se que seu fígado está tendo muito trabalho e não precisa de ainda mais (sabe o boldo? Excelente para o fígado mas aumenta a acidez no estômago...)

Alguns mitos no que tange a ressaca.

1 – Ressaca nem sempre é devida a grandes doses absolutas de álcool; por vezes é devida a dose alta demais para determinada pessoa, que pode nem ser considerável para outra. Mulheres, por exemplo, tendem a ter menor “resistência” para o álcool e sofrer mais com efeitos indesejáveis;

2 – Ressaca não é só abstinência: é muito mais desidratação, desnutrição e intoxicação pelo álcool que a abstinência dele em si;

3 – “Rebater” a ressaca com pequenas doses de bebidas alcoólicas “mais fracas” é adiar pequena parte do problema (a abstinência, mas enquanto se sofre por todo o resto) e agredir um pouco mais algo que já está bastante agredido (no caso, seu organismo): NUNCA cometa este erro...

4 – Esperar a fome para alimentar-se quando de ressaca é absurdo! Se parte da ressaca é desnutrição, quanto menos e pior você comer, mais tempo vai ficar de ressaca; alimente-se, sim, mas de pequenas quantidades de alimentos leves, a curtos intervalos, à medida que seu organismo se recupera;

5 – Café preto pode ajudar, sim, a combater a ressaca (exceto em pessoas hipersensíveis à cafeína ou que estejam apresentando sintomas gastrintestinais importantes) mas só se associado a boa alimentação e ingestão adequada de líquidos;

6 – Se você beber moderadamente e alimentar-se direito, ótimo: menos ou nenhuma ressaca. Mas se você abusar tanto do álcool quanto de alimentos, provavelmente somar-se-á à sua ressaca boa quantidade de sintomas gastrintestinais (náuseas, vômitos, gases, diarréia, ...);

7 – Não ache que porque você comeu antes de beber que boa parte do álcool ingerido não será absorvido: a maior parte será só que mais lentamente; por isso cuidado se for parar de beber só quando já não agüentar mais: como já disse anteriormente, ainda mais álcool está nos seus intestinos e será absorvido, o que provavelmente te fará “passar do limite”;

8 – Tome muita água, sim, quando de ressaca: mas nunca de uma só vez ou em grandes quantidades por tomada: lembre-se que seu aparelho gastrintestinal está “irritado” pelo álcool e pode não reagir muito bem a sobrecargas de uma só vez (de nenhuma espécie);

9 – Alimentos leves ajudam no pós-bebida; mas no “pré” uma alimentação um pouco mais pesada ajuda bem mais;

10 – Glicose “na veia” até que ajuda em casos mais extremos mas overdoses de glicose por via oral em quem já passou dos limites (em relação à ingestão excessiva de álcool) podem facilitar náuseas e vômitos (sem contar que a absorção intestinal já pode estar bem prejudicada).
Enfim, lembre-se: são poucos os que bebem somente para “apreciar a bebida”; e se a maioria bebe para sentir-se melhor (de alguma forma), não seria mais sábio “dar um tempo” quando você atingiu o estágio que desejava? Afinal, se continuar bebendo a partir do momento em que já está como queria, com certeza vai passar do ponto e experimentar o lado indesejável (mas tão freqüente) do álcool: vale a pena?