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quarta-feira, 6 de junho de 2012

MINDFUL EATING - COMENDO COM CONSCIÊNCIA



Devagar, você está comendo rápido demais!
Comer distraído e com muita pressa pode adicionar alguns quilinhos à sua silhueta e tirar o seu prazer.

Você está em seu computador, de frente para seus e-mails. Depois de compor uma resposta, você clica em "enviar" e alcança o sanduíche de atum em sua mesa. Depois de algumas mordidas, mastigando enquanto olha para a tela, você abre a mensagem seguinte. Antes que você perceba, você terminou o seu almoço....
Isso lhe soa familiar?

Pesquisas “fresquinhas” sugerem que comer mais lentamente, prestando mais atenção ao momento, poderia ajudar com problemas de sobrepeso e talvez deixar algumas pessoas longe de alimentos processados ​​e outras escolhas menos saudáveis.

Esta abordagem alternativa foi apelidada de "comer consciente" (mindful eating). Ela é baseada no conceito budista de consciência, que envolve estar plenamente consciente do que está acontecendo dentro e em torno de você no momento. Em outras áreas, técnicas de consciência têm sido propostas como forma de aliviar o stress e aliviar problemas como pressão alta e dificuldades crônicas gastrintestinais.

Aplicada ao comer, a atenção plena inclui perceber as cores, cheiros, sabores e texturas de seu alimento; mastigar lentamente, se livrar de distrações como a televisão ou livros, e aprender a lidar com a culpa e a ansiedade sobre o alimento. A conexão mente-digestão envolve uma série complexa de sinais hormonais entre o intestino e o sistema nervoso, e parece demorar cerca de 20 minutos para o cérebro registar a saciedade (plenitude). Há também razões para acreditar que comer enquanto estamos distraídos por atividades como dirigir ou digitar pode retardar ou parar a digestão. E se não estamos digerindo bem, podemos estar perdendo o valor integral nutritivo de alguns dos alimentos que estamos consumindo.

Especialistas sugerem começar gradualmente com uma alimentação consciente: comer uma refeição por dia ou por semana de forma mais lenta, mais atentamente. 

Aqui estão algumas dicas e truques que podem ajudar você a começar:
-Defina o timer de cozinha para 20 minutos, e tire esse tempo para comer uma refeição de tamanho normal.
-Tente comer com a mão não dominante, se você é um destro, segure o garfo na mão esquerda ao levar a comida à boca.
-Use pauzinhos (hashis) se você não usá-los normalmente.
-Coma em silêncio por cinco minutos, pensando sobre o que levou a produzir essa refeição, desde dos raios do sol para a agricultura até o dono da mercearia e o cozinheiro.
-Dê pequenas mordidas e mastigue bem.
-Antes de abrir a geladeira ou armário, tome um fôlego e pergunte-se: "Estou realmente com fome?"

E então, vamos tentar?
Depois nos conte sua experiência! Foi fácil mudar o padrão de sua alimentação?

Fonte: Harvard School





segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

CARNAVAL = RESSACA? DEPENDE...






VAMOS FALAR DE COISA BOA... VAMOS FALAR DA IOGURTEIRA TOP THERM!!!
Brincadeirinha... VAMOS FALAR DE CARNAVAL!!!
NA TELA DA TV NO MEIO DESSE POVO, A GENTE VAI SE VER NA GLOBO...
Pois é, os dias de folia estão chegando e maioria de vocês não vê a hora de curtir, né?
Mas, para não ter que ficar assistindo o carnaval pela globo, acho bom vocês aproveitarem essas dicas para não deixar a linda da RESSACA chegar até vocês, ok? 

Então vamos ao que interessa...

O que é RESSACA? É aquele conjunto de sintomas bem incômodos e por vezes incapacitantes que aparece já na manhã seguinte ao abuso de bebidas alcoólicas e pode durar horas ou mesmo dias (para quem eventualmente não sabia o que era...)

O que causa a RESSACA? BEM resumidamente:

- Baixa ingestão de líquidos
- Alimentação inadequada
- Intoxicação pelo álcool ingerido
- Sintomas de abstinência do álcool

 Isto porque, aproximadamente:

- 50% da ressaca é: desidratação que o álcool causa + pouca reposição de líquidos junto à ingestão das bebidas alcoólicas;
- 25% da ressaca é pela relativa desnutrição/hipoglicemia que o abuso alcoólico causa + pouca (e ruim) alimentação junto e após a ingestão do álcool;
- 25% é fruto da intoxicação do organismo, sobretudo fígado e cérebro (mas também, de maneira importante, aparelho gastrointestinal, músculos e pulmões) combinada à falta que o cérebro sente do efeito estimulante inicial do álcool

Como evitar a RESSACA:

- Não ingerir bebidas alcoólicas (óbvio)
- Se for beber mesmo, não cometer excesso e observar as demais regras da seção "como atenuar" abaixo
- Não beba, mesmo a mínima quantidade, se não estiver se sentindo bem por qualquer motivo (físico, mental, etc)

Como atenuar a RESSACA:

- Não beber em excesso;
- Alternar o máximo possível de água entre os drinks alcoólicos;
- NUNCA beber de "estômago vazio" - alimentos ricos em proteínas e boas gorduras são "ótima pedidas";
- Alimentar-se regularmente durante a "bebedeira";
- Preferir sempre bebidas de qualidade;
- Respeitar a hora de parar: lembre-se sempre que quando você começa a sentir efeitos desagradáveis ainda há quantidade de álcool já ingerida nos seus intestinos, sendo absorvida;
- Se fumar, o mínimo possível (evite sobrecarga de ainda mais toxinas);
- Beber pelo menos um copo cheio de suco natural logo antes de dormir (ou alimentação leve +  boa quantidade de água);

No dia seguinte:

- Alimentos leves, regularmente;
- Muita água, regularmente;
- Exercício físico bem leve (uma caminhada, por exemplo) ajuda na desintoxicação;
- Respeite seus limites - seu organismo pode pedir só repouso mesmo;
- EVITE consumir mais bebida alcoólica (errar uma vez é humano, mas repetir  não é muito "inteligente")
- Cuidado com overdose de medicamentos ou mesmo chás - lembre-se que seu fígado está tendo muito trabalho e não precisa de ainda mais (sabe o boldo? Excelente para o fígado mas aumenta a acidez no estômago...)

Alguns mitos no que tange a ressaca.

1 – Ressaca nem sempre é devida a grandes doses absolutas de álcool; por vezes é devida a dose alta demais para determinada pessoa, que pode nem ser considerável para outra. Mulheres, por exemplo, tendem a ter menor “resistência” para o álcool e sofrer mais com efeitos indesejáveis;

2 – Ressaca não é só abstinência: é muito mais desidratação, desnutrição e intoxicação pelo álcool que a abstinência dele em si;

3 – “Rebater” a ressaca com pequenas doses de bebidas alcoólicas “mais fracas” é adiar pequena parte do problema (a abstinência, mas enquanto se sofre por todo o resto) e agredir um pouco mais algo que já está bastante agredido (no caso, seu organismo): NUNCA cometa este erro...

4 – Esperar a fome para alimentar-se quando de ressaca é absurdo! Se parte da ressaca é desnutrição, quanto menos e pior você comer, mais tempo vai ficar de ressaca; alimente-se, sim, mas de pequenas quantidades de alimentos leves, a curtos intervalos, à medida que seu organismo se recupera;

5 – Café preto pode ajudar, sim, a combater a ressaca (exceto em pessoas hipersensíveis à cafeína ou que estejam apresentando sintomas gastrintestinais importantes) mas só se associado a boa alimentação e ingestão adequada de líquidos;

6 – Se você beber moderadamente e alimentar-se direito, ótimo: menos ou nenhuma ressaca. Mas se você abusar tanto do álcool quanto de alimentos, provavelmente somar-se-á à sua ressaca boa quantidade de sintomas gastrintestinais (náuseas, vômitos, gases, diarréia, ...);

7 – Não ache que porque você comeu antes de beber que boa parte do álcool ingerido não será absorvido: a maior parte será só que mais lentamente; por isso cuidado se for parar de beber só quando já não agüentar mais: como já disse anteriormente, ainda mais álcool está nos seus intestinos e será absorvido, o que provavelmente te fará “passar do limite”;

8 – Tome muita água, sim, quando de ressaca: mas nunca de uma só vez ou em grandes quantidades por tomada: lembre-se que seu aparelho gastrintestinal está “irritado” pelo álcool e pode não reagir muito bem a sobrecargas de uma só vez (de nenhuma espécie);

9 – Alimentos leves ajudam no pós-bebida; mas no “pré” uma alimentação um pouco mais pesada ajuda bem mais;

10 – Glicose “na veia” até que ajuda em casos mais extremos mas overdoses de glicose por via oral em quem já passou dos limites (em relação à ingestão excessiva de álcool) podem facilitar náuseas e vômitos (sem contar que a absorção intestinal já pode estar bem prejudicada).
Enfim, lembre-se: são poucos os que bebem somente para “apreciar a bebida”; e se a maioria bebe para sentir-se melhor (de alguma forma), não seria mais sábio “dar um tempo” quando você atingiu o estágio que desejava? Afinal, se continuar bebendo a partir do momento em que já está como queria, com certeza vai passar do ponto e experimentar o lado indesejável (mas tão freqüente) do álcool: vale a pena?

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

DICAS PARA UMA CEIA MAIS SAUDÁVEL




O final do ano está aí e com ele muitas festas, comida engordativa e o ganho de peso usual de todo natal e ano novo. É nessa época que muita gente acaba recuperando o peso que levou meses (de muito trabalho!) para perder. Mas não se preocupe.
Elaboramos dicas ótimas e bem simples para evitar o ganho de peso nas festas, sem deixar de aproveitar as delícias servidas!

DICAS:

- Faça um lanche antes de sair de casa! Sopas, caldos, salada, sanduíches, frios… Evitando assim chegar morrendo de fome na festa e não resistir às tentações.

- Não aproveite a fartura para comer demais. Coma apenas o suficiente para não sentir fome.

- Aproveite a festa! O dia é para conversar e ficar com família, e não só para comer.

- Faça um prato bem colorido. Quanto mais colorido, mais saudável. E mastigue tudo muito bem e com calma.

- Evite as bebidas não fermentadas como cerveja/chope e aquelas feitas com leite condensado. São aproximadamente 150kcal por copo! Não se esqueça de sempre beber água.

- Escolha apenas um tipo de proteína para o seu prato, evitando as mais gordurosas. Chester e peru são melhores que o pernil! Para acompanhar, escolha os molhos mais leves e à base de fruta.

- Antes de se servir, olhe a mesa e decida o que vai colocar no prato. Evite misturar gordura e carboidrato como na maionese de batata.

- No dia da ceia, não pule nenhuma refeição para “poupar” calorias. Isso provoca a compulsão mais tarde!

E VALE LEMBRAR TAMBÉM QUE: NÓS NÃO ENGORDAMOS ENTRE O NATAL E O ANO NOVO, MAS SIM ENTRE O ANO NOVO E O NATAL... QUE TAL REVER OS HÁBITOS? AMANHÃ TEREMOS MAIS DICAS!!!

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

BOA DIETA ANULA GENE QUE CAUSA DOENÇAS DO CORAÇÃO



Uma dieta rica em frutas e vegetais tem impacto importante no combate a doenças cardiovasculares, mesmo que se trate de uma tendência genética. Estudo publicado na última edição da científica PLoS Medicine concluiu que portadores de um gene comprovadamente ligado a um maior risco cardíaco podem reverter essa tendência, desde que escolham bem seus alimentos.

A pesquisa analisou a presença do gene 9p21 – identificado como forte marcador genético para doenças cardíacas – em 27.243 voluntários que participaram de dois grandes estudos anteriores: o Interheart e o Finrisk.

Os pesquisadores das universidades canadenses McGill e McMaster constataram que, entre os 8.114 indivíduos do estudo Interheart, os que tinham a propensão genética para males cardíacos mas se alimentavam com muitas frutas e vegetais apresentavam um risco de enfarte semelhante aos que estavam livres do gene ruim. Entre os 19.129 participantes do Finrisk, o consumo dos vegetais fez com que os portadores do gene 9p21 tivessem risco reduzido de desenvolver doenças cardiovasculares.

“Nós sabemos que as variantes genéticas 9p21 aumentam o risco de doenças cardíacas. Mas foi uma surpresa descobrir que uma dieta saudável poderia enfraquecer de modo significativo seus efeitos”, diz um dos líderes do estudo, o pesquisador Jamie Engert, da Universidade McGill, do Canadá.
Para a pesquisadora responsável pelo estudo, Sofia Anand, da universidade McMaster, os resultados reforçam as recomendações médicas de se consumir mais de cinco porções de frutas ou vegetais diariamente. “Observamos que o efeito de um genótipo de alto risco pode ser mitigado consumindo uma dieta rica em frutas e vegetais”, diz.

Interação. Na opinião do pesquisador Alexandre da Costa Pereira, do Laboratório de Genética do Instituto do Coração (Incor), pesquisas nacionais já comprovaram que o gene 9p21 também está relacionado a uma probabilidade maior de desenvolver doenças cardiovasculares na população brasileira.
O novo estudo, diz ele, esclarece mais um aspecto da interação entre o risco genético e o risco ambiental para doenças cardiovasculares. “Queremos entender por que nem todas as pessoas que têm hábitos saudáveis se beneficiam da mesma forma. Ou por que nem todo mundo que fuma vai desenvolver uma doença”, diz. “É mais uma prova de que hábitos saudáveis podem suplantar uma determinação genética.”

Segundo o cardiologista José Luís Aziz, da Faculdade de Medicina do ABC, atualmente o mais importante é controlar fatores de risco como pressão alta, colesterol, diabete tabagismo e estresse. “No futuro, espera-se que possamos tratar o próprio gene, mais isso ainda está um pouco distante”, completa.

Couve, brócolis e acelga garantem mais imunidade
Outra pesquisa divulgada neste mês também enfatiza a importância da alimentação rica em vegetais para a manutenção de uma vida saudável. De acordo com um estudo publicado na edição online da revista científica Cell, vegetais verdes – como couve, brócolis e acelga – contribuem para o bom funcionamento do sistema imunológico.

Pesquisadores das universidades inglesas de Cambridge e de Birmingham fizeram um experimento no qual camundongos saudáveis foram alimentados com uma dieta pobre nesse tipo de vegetais. Em seguida, analisaram os efeitos da mudança do cardápio em um tipo de célula epitelial que desempenha um papel de proteção contra ameaças externas.

Eles observaram que, em quase 80% dos camundongos, as células protetoras desapareceram com a mudança dietética. “Eu já esperava que essas células na superfície desempenhassem um papel na interação com o mundo externo, mas uma relação tão clara com a dieta foi inesperada”, disse Marc Veldhoen, um dos pesquisadores.

Fonte: Estadão

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

PENSA QUE É FÁCIL?

                  



Não pode ser simples. Miojo fica pronto em 3 minutos, mas a massa é frita e o tempero tem sódio demais. A lasanha congelada é rica em gorduras saturadas. O suco de caixinha não tem os mesmos nutrientes que os naturais. Da versão em pó, prefiro nem falar.

Comer bem é mais ou menos o oposto da praticidade. É cuidar de uma hortinha própria na sacada. É comprar frutas e legumes frescos, lavar, descascar, picar, preparar. A alimentação saudável tem muito pouco de contemporânea. Desdenha do freezer, não liga para o micro-ondas, tem horror do semipronto e está pouco se importando se você tem mais o que fazer antes do jantar.

Escrevo esta crônica com fome, ciente de que o melhor a fazer não é simplesmente buscar um pão de queijo com leite de caixinha na lanchonete para me saciar ao computador. Nananinanão. Eu preciso largar o trabalho por meia hora, para encomendar um sanduíche de queijo branco com pão integral e um suco de laranja natural. Tudo feito na hora, no seu tempo. Não no meu.

Escolhas saudáveis dão trabalho e demoram mais. Mesmo quando fazem por você. Experimente pedir que substituam a batata frita pela salada no combo de fast food. Crocantes e calóricas, as batatinhas estão sempre ali, disponíveis no aquecedor, em abundância, para atender à demanda. Mas a saladinha vai tomar alguns minutos adicionais.

E, se você (como eu, que sou vegetariana) cometer a heresia de pedir seu sanduba sem hambúrguer, vai perceber que está alterando a ordem do universo. Isso é o que eu acho mais difícil de entender. Um ingrediente a menos – era para vir mais rápido, não? Não. Porque se está profanando um ritual mecanicista em que a estrela é a carne. E é preciso incluir no cronograma a surpresa- e o ultraje – de quem precisa fazer a subtração: “Como assim sem hambúrguer?!”.

Por isso, ao optar pela alimentação saudável, você vai ter de aceitar que vai ter um trabalhinho a mais. Que vai precisar de mais paciência. Que vai ter de se planejar antes. E tudo isso inclui supermercado e feira. E exclui o delivery.

Pois é. Tudo parecia tão mais fácil no desenho dos Jetsons, em que bastava pôr uma pilulazinha no micro-ondas, para se servir, instantes depois, de uma refeição completa. E ainda havia uma empregada-robô para lavar a louça. Mas, bem, diabetes, hipertensão, obesidade, nada disso é prático, né? Fico com o transtorno de ir à feira.

Leandro Quintanilha para O Estado de São Paulo

sábado, 7 de maio de 2011

O SITE DA NUTRI & CONSULT ESTÁ NO AR!


A Nutri & Consult inaugurou ontem seu site na web:

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